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15 de julho de 2012

A Mulher do Viajante No Tempo


No meu primeiro post de “Aumenta o Som” eu associei a música “The One That Got Away” com o livro “A Mulher do Viajante no Tempo”. E é sobre esse livro que eu pretendo falar hoje. 

Vi várias pessoas que se interessaram por ele por causa da capa, comigo foi bem diferente. Eu estava na Internet, de bobeira, quando decidi procurar por filmes de romance e eis que me surge o longa “Te Amarei Para Sempre”. O trailer me conquistou e a escolha da música “Broken”, do Lifehouse, como tema foi o que bastou para me fazer procurar mais sobre a história.


O filme, lançado em agosto de 2009, foi baseado em um livro: “A Mulher do Viajante no Tempo”. Depois de ler inúmeros comentários de internautas dizendo que o livro era infinitamente melhor do que o filme, não resisti e o comprei.

O livro narra a história de Clare e Henry. Quando os dois se “conhecem” ela tem 20 anos e é uma estudante de arte, já ele tem 28, e é bibliotecário. O relacionamento deles tem absolutamente todas as características do de um casal comum, acrescentando um pequeno detalhe: Henry sofre de um distúrbio genético raro, constantemente seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás o transformando em um viajante no tempo.

A cada viajem que faz, Henry  tem que aprender e se readaptar à uma nova vida, enquanto isso, Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem que aprender a viver sem Henry. Às vezes ele desaparece por apenas alguns minutos. Às vezes ele demora semanas.

A superação das dificuldades, a saudade e a ansiedade são tratadas de forma tão sensível que tudo o que se passa no livro chega a ser palpável, isso, é claro, no meu ponto de vista.

O romance deles é intenso. Essa é a palavra. Intensa é a forma como eles se conhecem. Intenso é o modo como eles tentam superar a doença e todas as dificuldades que ela trás. O amor deles é tão intenso que é capaz de superar a maior barreira de todas: o tempo.

A autora, Audrey Niffenegger, de 49 anos, surpreendeu ao criar uma história simples, contada de forma extremamente original e usando um tema bastante intrigante, afinal quem não gostaria de poder viajar no tempo?

Em quase quinhentas páginas eu ri, chorei e me emocionei muito com os protagonistas. Apesar de passarem por situações inusitadas, é possível se identificar com muitas delas. Quem nunca chorou por sentir saudades de uma pessoa querida, ou não sentiu que certa pessoa deveria estar ali, naquele momento compartilhando uma sensação única e indescritível?!

Um dos melhores livros que já li e que, com certeza, tem um espaço reservado só pra ele no meu coração.

Um comentário:

Anônimo disse...

Nossa!! Até me deu vontade de ler!!
Mas tenho certeza que não supera ODUA... rsrsrs
Marcando presença ;P
Bjos -- Te amooo!
Duda